terça-feira, 19 de janeiro de 2010

A JUSTIÇA É CEGA!!



Brasília é a capital da arte, tem arte por toda parte... Em toda parte tem arte!
Lu é artista lá... Pouco lá Lu está!...
Nada sabe, nada vê... Nada no lago dos Três... Haja Poder!
Grandes obras desde o passado são vistas... Às Obras e seus artistas:Plásticos, escultores, engravatados, engenheiros, doutores,mágicos, transformistas, calculistas e projetistas...
Obras nem sempre boas de se vê... Boas obras as de Niemeyer...‘Revolucionista’ que arredondou massa e tijolo, grande e belo projetista;Alfredo Ceschiatti, junto a ele trabalhou, talhou, embelezou e grandes esculturas perpetuou!
O filho das Gerais... fez obras como não há iguais! Em pedra de ‘Granito Petrópolis’ assentou a ‘Dona Justiça’ - puro cavalheirismo -, para que ela não cansasse; vedou-lhe os olhos, para que não contasse o que lá... pudesse ver!
O sindicato dos artistas... Deve isso a você!


EstherRogessi, Prosa Poética: A Justiça é Cega!! Categoria:Poética. 17/01/2010.

Amigos poetas...
Não esqueçamos primeiramente, que, este texto é satírico... Em verdade, a escultura simbolismo da' Justiça' , tem 'significado universal' - denota igualdade no exercício da mesma -. Em se tratando do poema concernente ao monumento exposto na praça dos 'Três Poderes' em Brasília, tão bem talhada pelo 'filho das Gerais' - Ceschiatt -, é uma sátira poética, quanto aos descasos e aplicações - muitas vezes indevidas - do termo 'JUSTIÇA' em nosso país.
O poeta tem o poder de metaforizar, satirizar...zar...zar...zoar!...
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INSEGURANÇA (Indriso)



Quando te foste de mim...
Insegurança se fez...
Será que foste de vez...?

Dor, sofrimento... lamento!
Agarrei-me às lembranças,
Quando te foste de mim...

Brotou um jasmim no jardim

E com ele... A esperança!...

EstherRogessi,Indriso:Insegurança.Categoria:Poética.17/01/2010
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LIMITES (Poesia Livre)




Prisioneira eu sou!
Anseio por liberdade...
Tenho passos vigiados,
A angústia me invade.

A angústia me invade,
O sistema me reprime,
Castra-me os sentimentos,
O homem só me oprime.

Olhos me observam,
Tudo querem saber,
O que visto o que como,
Até o meu escrever...

Penso: quem eu seria,
Se livre então eu fosse?
Se não seguisse regras,
Em que enfim eu creria?

Sigo regras e limites,
Captam logo o meu bip...
Não sou uma placa– mãe,
No peito não tenho chip.

EstherRogessi.Limites. http://fiosdoinfinito.ning.com/profiles/blogs/limites-1 7/08/09.
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AMOR PLATÔNICO (Pensamento)



Amor platônico..., se esvai com o tempo, é questão de momento...Asa que não alça voo!
Fica o tônico, o tom, cor...cinza! Faz-se necessário outro: vital... Reforço para o organismo, fortificante...!
O amor platônico só faz bem a alma poética...


EstherRogessi,Pensamento: Amor Platônico. 16/01/2010
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Poeta Maluco



Poeta maluco eu sou...
Mergulhado em fantasias,
Devaneios, utopias, amores imaginários,
Vivendo meus versos vou...

Lágrimas de riso ou de dor
Tiradas do fundo do armário,
Dá-me o prazer diário...
De no papel sentir orgasmo...!

Faço sexo com dez dedos...
Toques frenéticos nele faço...
Esqueço tudo..., não tenho medos
Por vezes meu coração é de aço!

O Poeta não tem sexo...!
Ora é João, ora é Maria,
Eu e ele em toques destros,
Suspiros e agonias, a noite, ou pleno dia

EstherRogessi,1ª Ciranda Encontro de Poetas:Poeta Maluco.Categoria Poética.16/01/09.
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1ª Ciranda Encontro de Poetas: Poeta Maluco II



Esfrio o sol e aqueço a lua
Durmo vestida caminho nua
Queres ser meu, porém, não sou tua
Sou poeta maluco solto na rua...

Os que se dizem sãos me querem prender
Calar minha boca e meu escrever...
Calando, parando..., certo é morrer
Quero ser livre para maluco ser.

Sou poeta maluco... o espinho da rosa
Versejo alegre... A arte é formosa!
Sou um pouco de tudo: homem e eunuco.
Por isso me chamam: poeta maluco!

Sou bálsamo, sou dor, sou pura aflição
Sou riso, alegria, fantasia, sedução...
Sou cidadão do mundo, não tenho nação
Não bato... Bate em mim, bom coração!


EstherRogessi, 1ª Ciranda Encontro de Poetas: Poeta Maluco II.16/01/2010.
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sábado, 16 de janeiro de 2010

O Meu Corcel



Impoluto é o meu corcel,
tudo sabe tem destreza,
faz-me feliz com certeza,
o encontrei num Hotel...
Levantando a cabeça,
fazendo-me montaria,
quer suba ou quer desça,
Sabe me dar alegria.
Quanta força e beleza,
bravura e singeleza...

Posso nele encontrar...
um porte de realeza.
Quando nele então monto,
de cavalgar fico tonta,
E ao usar de mestria,
vivo minha fantasia...
Agarro a sua crina,
num galope acelerado,
balanço o rabo irado...
Negro, liso...Sou da China.




EstherRogessi.Cordel: O Meu Corcel.27/11/08
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Quem sou eu

Minha foto
Baronesa da Gothia Rogessi de A. Mendes (EstherRogessi). Pernambucana, outorgada com Título Nobiliárquico - Alta Insígnia BARONESA DA GOTHIA da Augustíssima e Soberana Casa Real e Imperial dos Godos de Oriente, DAMA COMENDADORA da Real Ordem dos Cavaleiros e Damas Rei Ramiro de Leão. Comendadora pelo CONINTER ARTES.. Escritora UBE/SP; Embaixadora da Paz (FEBACLA); Artista plástica, Membro Correspondente de várias Academias de Letras e Artes Nacionais e Internacionais. Consulesa e Comendadora. Tem escritos publicados em Antologias e Revistas Virtuais, no Brasil e exterior. Publicou o seu primeiro livro solo, pela Editora Literarte intitulado "Conflitos de uma alma" Romance ISBN 978-8-5835200-8-5 EstherRogessi recebeu várias premiações nacionais e internacionais.