quarta-feira, 12 de maio de 2010

SENTIR FLÂMEO







Qual prisão será o óbice desse sentir flâmeo...


Se nem a metamorfose causada por chronos o venceu?


A minh’alma exulta flâmea..!


No meu imo sentires eólicos... Ventos quentes,


compressão, preparação, para o desaguar, exteriorização, brotar...


Da pele e olhos... hidrorresultantes do sofrer meu.


Qual Fênix no ressurgir dos seus sentires,


ora cinzas; ora chamas... Assim, sou eu!


Qual prisão será o óbice desse sentir flâmeo?


Se o meu corpo é livre e tenho asas nos pés?


Se os meus estandartes, por toda parte, deixam à mostra a arte?


Como impedir esse fluir, qual será o óbice meu?


Por certo, nenhuma corrente, nenhum elo, pode calar o belo!


Na mais profunda escuridão, o seu fluir é claraboia... É solução!


Para essa fonte, não há óbice, o sofrer é alimento, ígneo é o sentimento...!






EstherRogessi,Prosa Poética: SENTIR FLÂMEO, Categoria: Poética, Imagem: Web, 11/05/10
http://estherrogessi.blogspot.com/2010/05/sentir-flameo.html
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terça-feira, 11 de maio de 2010

COISAS DA VIDA



Sentei a sombra de uma frondosa árvore, o vento veio mansinho me acariciando o rosto. Fechei os meus olhos, levantei a cabeça.. convidando-o a permanecer, a alongar-se naquela carícia suave.
Ah! Como ele sabia fazê-la...


Os meus cabelos subiam e desciam num bailar.. como que, se fossem pipas soltas ao vento... E, nesse momento, docemente comecei a balançar a minha cabeça, para um lado e para o outro, fronte erguida, alma agradecida...
Ouvi o canto dos pássaros.. Eu sorvia a natureza! De repente... um pássaro voa baixinho, em minha direção. Fiquei estática. Prendi, até mesmo, a minha respiração. Ele veio dando pulinhos graciosos, até aos meus pés.. Só os meus olhos se moviam, eu não queria perder nada daquele momento gracioso e singelo. Foi assim, por momentos. Até que, um grupo de crianças se aproximaram, gritando, sorrindo, pulando, correndo.. O viço da vida em ação!


Observei um garotinho que, eufórico, sorria e falava muito alto, estando em cima das costas do seu pai, pendurado, com o seu corpinho esticado sobre elas.. O jovem pai segurando-o pelos braços, se fazia igualmente criança. O pequeno gargalhava de satisfação e falava alto: – Como você é forte pai! Vai até a jaqueira, vai pai!
E, o pai o satisfazia com alegria.


Lembrei do meu antigo vizinho de condomínio. O Sr. Elias, morador do primeiro andar. Vítima de paralisia, nos seus membros inferiores. Certa vez, chegando ao nosso prédio, presenciei algo que, ficou forte em mim. O Sr. Elias tinha chegado com o seu filho da terapia e, ao retirá-lo do carro, Kleber – o seu filho – , o carregou às costas, da mesma forma que, o pai daquela criança tinha feito.
Enquanto o Sr. Elias era levado pelo filho, às costas – pois, o elevador estava em manutenção – chorava e dizia: “Antes eu te carregava filho e hoje és tu que o fazes...


EstherRogessi, COISAS DA VIDA. 11/05/10.Categoria: Narrativa.
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segunda-feira, 10 de maio de 2010

AS MINHAS RAÍZES





Desfolhados, castigados pelo mau tempo,


do norte ao sul vieram ventos...


Estive vestido... Encontro-me nu!


Perdemos o viço mas, somos um!


Ó cara metade, entrelaça-me com vontade


...Em meio às tempestades, abalos e vendavais,


às nossas raízes expostas, à mostra.. Algo novo traz!




EstherRogessi, Versos Livres: Às Minhas Raízes,Imagem: Web,10/05/10
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domingo, 9 de maio de 2010

A DOR DA INGRATIDÃO









Aquela era uma das muitas visitas que eu costumava fazer a morada das velhinhas – a casa dita e tida, como que, de repouso -. Eu olhava cada uma delas e, podia sentir às suas ansiedades; os seus olhinhos brilhando em busca de encontrar aos seus filhos, entre os grupos de visitantes. Algumas, com sucesso, abraçavam seus familiares e se recolhiam a um cantinho para colocarem os assuntos em dia. Trêmulas, enrugadas, enfraquecidas e abandonadas...
Fiquei a meditar: no quanto se doaram durante suas vidas; em suas renúncias, em todos os sentidos, algumas, até mesmo, da própria comida, para livrarem aos filhos da dor da fome.


Pensar que, cada filho deve a sua existência a Deus e a quem Ele escolheu, para lhes gerar... Fato é que, muitas não si valorizaram como mães e, nem tampouco, ao filho. Porém, quantas mães ‘verdadeiras’, jamais se separaram dos seus filhos, ao invés disso, renunciaram a uma vida melhor por eles e, ao chegarem à idade em que mais precisam de afeto e aconchego familiar, se viram despojadas por esses filhos, de tudo quanto, construíram em vida.


Poderiam passar os seus últimos anos, convivendo com os netos. Pois, toda a dedicação prestada aos filhos no longo percurso de suas caminhadas, seriam enfim, compensadas.
Às desculpas que esses filhos costumam dar para se verem livres dos “pesados fardos” são às mais convincentes possíveis. E, vão desde o fato de não terem tempo para cuidar de suas mães, por trabalharem e não terem como deixá-las sós, até o curioso fato de estarem atendendo ao pedido da própria mãe que, assim decidiu.


Ora, como pode uma mãe que, quando com vigor, renunciou a tudo pelo filho, por estar sempre ao seu lado, resolver afastar-se dele para viver seus últimos dias na  na solidão? Casa de repouso não é hotel. E, o que se nos apresenta nos dias de visita, com certeza, pode ser outra realidade...


O que mais pode alegrar a uma pobre e velha mãe que, usufruir do lar, dos filhos e netos? Sabemos, porém, que na maioria das vezes são as noras, as esposas desses filhos, que costumam com um jeitinho ‘AntiDeus’, dobrar os seus esposos aos seus caprichos, dizem: “sua mãe estará convivendo com gente da mesma idade, vai ser ótimo pra ela.”


Gente da mesma idade! 
Todos sonolentos, ranzinzas, alguns briguentos, queixosos, chorões, doentes e outros que já morreram e, ninguém se apercebe, estando num cantinho isolados, clamando em seus espíritos pela hora de seus funerais, que será num caixão barato, pois, o salário deles, dirigido pela ‘casa de repouso’ não dará para nada melhor. Será que o seu filho e/ou filha comparecerá? Ou estarão dando tudo de si, aos seus pequenos e amados filhos?


Ouvi uma voz eufórica vinda de uma anciã que, corria para abraçar uma jovem senhora que, vinha em sua direção.
– ”Minha filha, minha filha! Você veio... Filha!
E, com tristeza, vi a jovem senhora abraçar outra anciã que, se encontrava próxima a velhinha eufórica... Fiz um sinal para uma irmã da igreja que, estava conosco nessa visita, e ela entendeu: caminhou para a velhinha e a abraçou, dizendo: – Estou aqui...! Estou aqui!
E as duas choraram juntas.




EstherRogessi,Crônica: A Dor da Ingratidão. Categoria: Narrativa. 09/05/10
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sexta-feira, 7 de maio de 2010

LUZ PRÓPRIA!





A maioria dos meus escritos são em verdades vividas e/ou presenciadas no meu dia a dia.
A ficção vai ao encontro quase sempre, do que presenciei ou vivi, quer como cidadã, pessoa eclesiástica, mãe, esposa e/ou amiga - muitas são às experiências, conversas e confissões de gabinete - , etc..
Creio, que todo escritor é antenado a tudo quanto, se passa ao seu redor ou derredor.
Daí os muitos casos e causos, fábulas surgidas do concreto; o surreal nascido do real e vice-versa.


Pessoas perdem o brilho, estrelas e astros se apagam.
São, tais quais, cometas: maravilhosos  rastros de luz, que nos incandescem, porém, logo passam.


Esses astros e estrelas, terrestres, por não terem 'luz própria'; por não se preocuparem em fazerem fluir a sua verdadeira essência - a lâmpada tem por essência: a luz e, essa, só faltará se faltar à energia. Porém, o sol e a lua tem luz própria, porque 'quem' lhes proveu é a própria LUZ- tem problemas com suas reservas..


Em suma: o ser humano pode ser lâmpada; o escritor deve e tem o compromisso de ter luz própria - simplesmente pela responsabilidade de escrever para edificar, ensinar, divertir, estruturar e jamais competir-.


O PC não é arena e nem os poetas-escritores, gladiadores.
Devemos escrever antes de tudo para satisfação própria e para o nosso bel prazer, sem que fiquemos presos a preocupação de sermos lido; de postarmos muitos textos; e, menos ainda à vaidade de vermos nas nossas páginas muitos comentários.


Em verdade, muitos dos que comentam, nem chegam a ler de fato, os textos comentados. Quando muito, passam uma vista, afinal, é só uma troca de favores.


O que lê, por prazer, medita.. e, tem como comentar de fato.
O que escreve por prazer e pensando antes de tudo em si,
tem a convicção de que, mesmo sem convites abusivos a sua página, é lido!
Os bons produtos estão nas prateleiras, nos supermercados da vida, nós, os consumidores é que iremos até eles.
Marketing é necessário, porém, mesmo a SKY quando sobrecarrega o espaço com comerciais, nos faz mudar de canal, mesmo que, esteja apresentando um bom filme!


O reconhecimento profissional depende tão só, de nós mesmos. Do nosso esforço, seriedade e dedicação. Se nos apresentarmos como soberbos e/ou gladiadores, perderemos a estima dos que antes nos admiravam. Como ler um escritor, que se mostrou contrário do que críamos? Do que esperávamos?
Não escrevamos o que o público deseja, mas, o que cremos e defendemos. Sejamos nós.
Que possamos passar verdades e transformar fábulas em mensagens deveras fabulosas.
Temos que manter a boa qualidade do produto, cuidar bem na escolha da matéria prima, a competição de mercado é grande e só há um nome que é infalível e eterno!


Lembro de algo que ouvi e que vem ao encontro do que, ora, estamos a tratar: Um certo pastor, abriu uma igreja em uma rua central, esperava por certo que, a casa lotasse.. Bem ao lado da igreja
havia um teatro. Passaram-se os dias, meses, e a quantidade dos que frequentavam a mesma era mínima.
O pastor, se posicionou à porta, recostou-se e ficou a contemplar a multidão frente ao teatro. Seu espírito inquietou-se.. Chegou alguém e começou a conversar com o pastor. Esse aproveitando o ensejo cuidou de inquirir a pessoa no que não deveria e, falou: – Explique-me.. qual a razão de muitos ansiarem em assistir a um espetáculo teatral e, nenhum interesse em ouvir a Palavra de Deus?




Respondeu-lhe o homem: – Quer mesmo saber?
“A diferença está no fato de que os atores fazem da mentira verdade.”


Há muitos que pregam a ‘Verdade’ porém, não a vive! Não convence!


Portanto: que nós escritores-poetas, possamos passar verdades mesmo que, em meio às fábulas!






EstherRogessi. Crônica: LUZ PRÓPRIA! Categoria: Narrativa.06/05/10
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EM MEIO AOS LOBOS



Após estacionar o carro em minha garagem, caminhei rumo ao espaço que tenho por meu.
Logo ao entrar ouvi o toque do telefone, uma ‘amiga’ - daquelas que fala até descarregar a pilha - insistia em alongar-se em uma conversa sem sentido. Permaneci muda. Só ouvindo, sequer, concordando ou discordando, tamanho o meu cansaço!


Comumente, não faz parte de o meu caráter ir de encontro a opiniões alheias. Há os que discutem, teimam e se agridem, tentando impor a outrens, suas ideias, convicções, quer religiosas, políticas, e/ou sobre áreas diversas. Detesto teimosia, imposições. Não costumo insistir em fazer-me ouvir e prevalecer à força. Duelar verbalmente ou através de escritos, não faz meu gênero, simplesmente por eu crer, que nada tenho para provar, competir. Sou o que sou; creio no que creio; meu caráter está formado, caminho em busca de aprimorá-lo. E, tudo quanto, ainda possa ser-lhe acrescido , tem que ter coerência com às minhas convicções atuais. Não sou como às ondas do mar - que vão e voltam - , mas, como o trigo em meio ao joio: durante as fortes ventanias, o trigo se dobra e vai ao chão, ao passo que, o joio fica ereto, se sobressai, não em altivez real, mas, em prepotência, arrogância, posicionamento peculiar aos loucos.
Às minhas convicções, são minhas. Costumo respeitar, mesmo não aceitando às do próximo. Se me questionam sobre o que creio, respondo, porém, jamais desejo ir de encontro, alongando-me em controvérsias.


A minha ‘amiga’ percebendo o meu silêncio, perguntou-me:
– Estás aí?
– Sim! Estou...
– Estás sentindo alguma coisa?
– Sim! Cansaço..Muito cansaço...!


Ora, cheguei a casa após um cansativo dia de trabalho: corpo exausto, alma exaurida, mente cansada. Quanta coisa vemos e passamos nessa vida! Um banho e, sorver do silêncio, um som baixinho, ambiente..era tudo quanto eu desejava. Queria deitar, uma massagem, relaxar; queria mãos que percorressem o meu corpo, para me aliviar da exaustão, e, olhos que me vissem com os olhos d’alma; que sentissem prazer em refrigerar-me o corpo, sem que ascendesse o apetite da carne; mãos que não me trabalhassem.., como faz o ‘bom cozinheiro’ preparando minuciosamente o prato, prestes a ser devorado.. Mas, que desejassem o meu bem-estar o meu descanso, a calma da minh’alma.


– Onde estavas? Aonde fostes?
– Passei o dia em meio aos lobos; em meio a hipocrisia; aos risos entre
dentes; às mãos que, alisavam os ombros, quando em verdade, desejava encravar-lhes as unhas; aos grunhidos d’alma; aos abraços - tais quais, exaustores -, desejosos de sugar a alma dos abraçados; aos faladores, fofoqueiros; aos que costumam colocar palavras nas nossas bocas...
– Deus! Onde você estava mulher? No inferno?
– Não! Os de lá..me são submissos! Eu estava onde muitos O louvam, porém, Ele está bem longe dos seus corações.. SOU PASTORA!




EstherRogessi,Conto: Em Meio aos Lobos!Categoria: Narrativa.06/05/10


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terça-feira, 4 de maio de 2010

O MOMENTO DE CEDER É O MOMENTO DE VENCER!



A caminho da casa de amigos, com os vidros do carro fechados e o ar-condicionado refrescando-me, do calor da noite, cheguei frente à entrada daquele túnel : estreitíssimo, precisava ser bom motorista, para não bater em suas laterais; lugar sombrio, onde marginais do bairro costumavam emboscar e, por vezes tirar a vida de alguns; escuro, tanto quanto, o inferno.. Acima, passavam os metrôs com destinos diversos, e , quando dentro desse túnel, soavam os seus barulhos infernais. O lugar era deserto, porém, eu não sentia medo algum, sempre “enxerguei uma ‘luz’ no fim do túnel”.


Adentrei-o! E, estando bem no meio dele – do túnel – outro carro entrou em disparada, ignorando o meu devido direito de terminar a trajetória, por mim iniciada.
O bom senso, educação, conhecimento das leis de trânsito, e, o reconhecimento dos limites e delimitações próprias, tanto quanto, do próximo, teria que surtir efeito naquele que, estava a guiar o veículo que, vinha de encontro ao meu, sem a mínima demonstração de ceder o espaço que me pertencia, no momento, ou mesmo, de evitar um choque!


O meu carro tinha película escura, ele não sabia quem estava ao volante, se homem ou mulher. Só uma coisa contava para ele naquele momento: usurpar o direito alheio!
Ele, o motorista, gritava toda sorte de maldições e impropérios.


Imediatamente, veio a minha mente, uma narrativa que eu ouvira há muito tempo, na igreja, na ‘Escola Dominical’: “Havia um tronco de uma velha árvore que tombara, e usaram-no para ligar duas faixas de terra, transformando-o em ponte. Era uma passagem perigosa, visto que, abaixo havia um abismo e, só podia passar por essa ponte improvisada, uma pessoa de cada vez. Aconteceu, porém, que, duas cabras vinham uma de encontro a outra. Pararam frente a frente... Sem que nada fizessem para resolver o impasse. Foi então, que a mais quebrantada, se abaixou para que, a altiva passasse por cima de suas costas e, seguisse sem olhar para trás.
A humilde, prosseguiu agradecida por se ter dobrado e por ter ‘sido ponte’ naquela ponte!


Bem! Eu não poderia seguir ao pé da letra o exemplo da ilustração que ouvira há tantos anos.. Poderia, no entanto, ceder! Dei marcha à ré, recuei..para que o inimigo passasse em gargalhadas, com ar de vencedor!


Fiz a visita aos amigos, falamos sobre o incidente, de volta a casa tomei o mesmo trajeto deparei-me, com uma multidão curiosa, em vê os destroços de um carro que batera indo de encontro ao poste... A rua estava fechada. Ambulância, polícia..
Deus! Era o mesmo carro que me acuara dentro do túnel!


Agradeci a Deus, pela luz que Ele me fez vê no fim do túnel.. Há vitórias que são passageiras...




EstherRogessi,CONTO: O Momento de Ceder é o Momento de Vencer!
04/05/10
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Quem sou eu

Minha foto
Baronesa da Gothia Rogessi de A. Mendes (EstherRogessi). Pernambucana, outorgada com Título Nobiliárquico - Alta Insígnia BARONESA DA GOTHIA da Augustíssima e Soberana Casa Real e Imperial dos Godos de Oriente, DAMA COMENDADORA da Real Ordem dos Cavaleiros e Damas Rei Ramiro de Leão. Comendadora pelo CONINTER ARTES.. Escritora UBE/SP; Embaixadora da Paz (FEBACLA); Artista plástica, Membro Correspondente de várias Academias de Letras e Artes Nacionais e Internacionais. Consulesa e Comendadora. Tem escritos publicados em Antologias e Revistas Virtuais, no Brasil e exterior. Publicou o seu primeiro livro solo, pela Editora Literarte intitulado "Conflitos de uma alma" Romance ISBN 978-8-5835200-8-5 EstherRogessi recebeu várias premiações nacionais e internacionais.